sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Dia 25 de outubro, dia da Democracia. Duas reflexões importantes:


Dia 25 de outubro, dia da Democracia. Duas reflexões importantes:
1.Boa diplomacia: recurso para solucionar qualquer problema.
Quantas pessoas você viu resolver seus problemas usando a truculência verbal, a força bruta? Por certo nenhuma. Na verdade, em vez de resolver um problema acaba-se criando outro...
Tentar resolver problemas a pulso é retroceder à era das cavernas. A força dos músculos ou das palavras deve ser usada para acalmar, não para enervar. A boa diplomacia já é capaz de resolver litígios de qualquer ordem, em qualquer tempo. Ninguém deve renunciar à tentativa de, diplomaticamente, resolver suas querelas.
As relações humanas, desde os primórdios tempos, é uma história escrita com letras alternadas de diplomacia e guerras. Ressalve-se que somente as páginas grafadas com a boa diplomacia são as que ficam nas enciclopédias humanas como exemplos para construir uma sociedade justa e pacífica.
Mãos domadas para atitudes prudentes, cautela, ponderação, seriedade, voz mansa, esses são alguns itens conceituais da agenda do homem contemporâneo. Nada de brutalidade, insolências, ameaças ou inconveniências. Estar centrado no eixo da democracia é ter condições para resolver o litígio que for. Esteios seguros são os que estão fincados a prumo.
A boa diplomacia é uma fração de duas partes iguais. Embora ambos possam ter razão, ou um ter mais razão que o outro, ao olharem na mesma direção veem todos os lados da questão. E, sem conflitar, dialogam, ponderam e entendem-se buscando o quociente comum: o do “cada qual perde um pouco e ambos ganham um pouco”, e o do viver em paz com as suas razões, um respeitando o outro e o outro pelo um sendo respeitado.
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2.Brigas? Afaste-se delas. Paz: abrace essa ideia!
Há pessoas que diante de qualquer insatisfação destila gotas de ódio.  Irascível, traz a mente inquieta, a boca cheia de insídias, as mãos hostis. Por qualquer contrariedade engendra armações, ergue a voz, os braços para a briga. Sua paciência é impaciente, seu controle incontrolável...
Atenção, não se permita levar por um bolhão de ira repentino. Se pressentir que vai se enervar controle-se. E se estiver diante de alguém nervoso afaste-se!
Cada um de nós, embora sob o teto do mesmo dia, carrega seu fardo de problemas, cada qual com um volume, largura, peso... Entretanto, uns e outros, “pavio curto”, perdem o controle feito um trem que descarrila, joga a culpa no mundo e a reação vem em forma de agressividade.
Evite pessoas nesse estágio. Evite o confronto. E se acaso se aventurar e entrar em brigas, conheça bem seus pontos fortes: gavião que ataca serpente sabe as garras que tem. Tema, sempre, os revezes, pois brigas todos sabem como começam, mas ninguém sabe como terminam. E o bom senso diz que não se deve querer saber.
Levar ou não vantagens num confronto é um risco que você não deve correr. Por menor que seja traz prejuízos colossais - moral, físico, financeiro... Quantas cicatrizes são abertas e ficam acesas, às vezes para sempre, cortadas pela lâmina da violência.
Fale o idioma da paz! Pratique o gesto da paz!
Insatisfação? Nervosismo? Inspire o bendito ar da tranquilidade e não estrague seu dia por nada. Diante de qualquer embate fale o idioma da paz e esteja, sempre, cercado de amigos numa convivência feliz.
Inácio Dantas
Do livro “Semeando Dias Felizes”
www.agbooks.com.br

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